segunda-feira, 3 de maio de 2021

Sigo

Sigo sem compreender a ignorância das pessoas
Essa cultura do ódio, de ofensas à toa
A falta de gentileza, de educação e respeito
Não dizemos mais obrigado, nem olhamos direito

Somos reféns de uma sociedade adoecida
A solidariedade parece esquecida
E qualquer gesto de bondade
Acaba virando uma novidade

Em qual momento as pessoas deixaram de amar?
Quando a vida do próximo deixou de importar?
A miséria da alma é muito pior que a humana
A indiferença nos faz seres desumanos

Nessa vida não tenho grandes ambições
Mas sou movido pelas emoções
A lágrima, o sorriso, o coração aquecido
Que tem muito amor pra ser oferecido


Alécio Souza

19 comentários:

  1. Que bonito, Alécio, que a esperança prevaleça em seu ser, eu já perdi as minhas. Sabemos que ainda há bons seres humanos, competentes, empáticos e realmente humanos, mas essa nova sociedade está se firmando com tanta força que me dá arrepios.
    Belo poema, abração e cuide-se!

    ResponderExcluir
  2. Olá, querido menino Alécio!

    Espero k estejam todos bem de saúde, Covid bem para longe e tua mãe caminhando com esperança.

    Que bonita imagem! Um coração que segue procurando o bem as pessoas de bem, mas está difícil as encontrar. Naturalmente que nossos corações ficam tristes e pesarosos, pois nós desejamos um mundo melhor e com melhores pessoas. Há gente que ajuda os outros, sem pedir contrapartidas, mas outros vivem para massacrar nossas vidas e o Presidente de teu país é um deles. Tens de esperar por Lula ou por alguém do seu grupo. As coisas mudarão sim, mas há mto trabalho a fazer, mas com boa vontade vocês vão conseguir.

    Felizmente que o teu coração tem muito amor para dar aos outros.

    Beijo, saúde e dias felizes.

    ResponderExcluir
  3. Está a perder-se a solidariedade entre as pessoas. Cada um só pensa em si mesmo. E nem mesmo esta tragédia que nos cercou altera isso. Vamos ter esperança e coragem para aguentar.
    Uma boa semana com muita saúde.
    Um beijo.

    ResponderExcluir
  4. Disse tudo em seus versos perfeitos, Alécio: sociedade adoecida! Dessa enfermidade os sintomas tais como o egoísmo, o orgulho , a inveja, a ambição desmedida alguns "filhos", do materialismo que só vê o momento presente, e irmãos do individualismo, e outros "ismos". Até quando? Não sabemos. Talvez quando o Homem, desenvolver as duas asas que o farão elevar-se: a asa da sabedoria e a asa do amor. Amei por demais, o seu poema instigante e inspirador. Abraços ....

    Estou em novo espaço
    problemas técnicos do blog “Sementes Preciosas”, referentes às atualizações, achei por bem, mudar-me de endereço.
    Espero-te no meu novo espaço.
    Meu carinho.

    https://opoetanomeiaoleitorincendeia.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  5. Olá, Alécio!
    Passei por aqui, parei, li, gostei, fiquei.
    Não desanime poeta, um tempo melhor, de gente melhor, irá chegar. Esperança, sempre!
    Beijo, saúde.

    ResponderExcluir
  6. Antigamente quem ria era puro,
    bom, inocente. Hoje é bobo idiota.
    Antigamente que dava o que tinha
    era amigo, irmão, camarada. Hoje
    é babaca, otário ou roubou de alguém.
    Só tem um jeito, Alécio de corrigir
    esses erros. É pegar os caras e encher
    de porrada. Ih! Se a gente fizer isso
    fica igual a eles, portanto, meu
    amigo o negócio é se misturar na
    plateia e bater palmas para os
    loucos dançarem.
    Um grande abraço e vamos rir,
    mesmo nos nos chamem de babacas.

    ResponderExcluir
  7. Olá Alécio
    Lindo poema. Que o amor ao próximo prevaleça sempre, um forte abraço.

    ResponderExcluir
  8. Ola Alecio.
    O maior perigo
    são as pessoas com Humanidade baixa.
    Mais amor por favor.
    Belo poema e bem sentido.
    beijos

    ResponderExcluir
  9. Respeito pelo pensar diferente é talvez uma chave para um convívio com os pares, mas a intolerância anda reinando. Esta osso com sal grosso. Uma boa semana.Bjs.

    ResponderExcluir
  10. It is a beautiful poem!
    Love it!

    A hug

    ResponderExcluir
  11. A sociedade atual está cada vez mais desumanizada, mas pior que a indiferença é ainda o desprezo.
    Sem dúvida que acreditar e ter esperança é importante, mas por si só não basta. Talvez que aqueles que têm mais consciência da situação devessem ser mais ativos e atuantes.
    Abraço amigo.
    Juvenal Nunes

    ResponderExcluir
  12. O Alécio, o amor deve triunfar sempre.
    amei seu poema, parabéns.
    Boa semana, beijos...

    ResponderExcluir
  13. Bonito poema.
    Amar é mais fácil do que odiar, mas odiar é mais cômodo, infelizmente.
    Abraço

    ResponderExcluir
  14. Bom dia, nobre amigo !
    Estou aqui tomando um copo de café, e lendo sua maravilhosa reflexão poética sobre, essa era liquida em que estamos vivendo. São tempos dificeis, onde essa bipolarização de poder, ideologias, querem mostrar quem é o mais forte, onde na verdade deveriam propagar o respeito.

    Sou daqueles caras, que acredita fielmente que ainda existem mais pessoas boas, do que ruins. Não desacredite, não desanime, continue sendo gentil com você e o mundo que te cerca. O problema não está em nós, está neles. Faça amor, não faça guerra.

    Abração camarada!
    Dan
    https://gagopoetico.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  15. Te achei na página da Alice por isso
    vim te dar um alô. A moça em questão,
    como falo pra ela, não tem endereço,
    nome próprio e cara para nos mostrar,
    mesmo assim morremos de amores por ela.
    Alécio, um ótimo domingo para você, meu
    amigo.

    ResponderExcluir
  16. Alécio,
    Eu sigo na linha
    de seus versos
    e também não entendo.
    Muito obrigada pela
    gentilçeza em palavras que
    deixou lá no
    Espelhando.
    Bjins de bom domingo.
    CatiahAlc.

    ResponderExcluir
  17. Olá amigo Alécio, tudo bem?

    Quanto tempo ne? Desculpe eu sou muito ausente no blog...

    Ótimo poema, reflexivo, me fez pensar sobre a situação que estamos passando, principalmente aqui no nosso país... é inacreditável, triste...

    Mas sigamos firmes e esperançosos...

    um beijo bem grande.

    ResponderExcluir
  18. Gostei muito Alécio. Quanta sensibilidade.

    Beijinhos,
    Vanessa Casais
    https://primeirolimao.blogspot.com/

    ResponderExcluir